NÃO FOI POSSÍVEL DIZER “NÃO” ÀS DROGAS

Depois de uma pausa necessária pra mim mas muito perturbadora para a Talita, que agora adotou a postura de uma verdadeira redatora de jornal cobrando 10 textos do pobre escritor, retomo minhas lembranças dos fatos que nos trouxeram até aqui.

Realizados os exames e concluídas as primeiras consultas, o GPS médico só teria uma direção a nos dar: a farmácia! E o que isso significa? Dinheiro! Muito dinheiro!!!

Apesar de o diagnóstico não ser favorável, sempre mantive uma postura positiva, mesmo assim, as coisas foram aparecendo e se já não bastasse a endometriose (que gera uma dor terrível na mulher), a tal da síndrome do ovário policístico (que bagunça o ciclo menstrual) também foi identificada.

Perdi as contas de quantas caixas de medicamentos foram compradas e consumidas pela Talita.

Meu irmão é médico e admiro muito os profissionais da saúde, pois conseguem lidar com a dor alheia e identificar quais produtos químicos, ao serem ingeridos, irão agir no organismo para estimular ou desestimular determinada reação, porém, é evidente que a natureza trabalha com o princípio da causa e efeito e tal premissa, se aplicada ao nosso corpo em relação aos medicamentos, pode resultar em situações desagradáveis.

Queda de cabelo, verrugas, manchas, pintas no corpo, tontura, mal-estar, stress, ansiedade, alterações drásticas de humor, olha, a lista não é exaustiva e nem “taxativa”, na linguagem jurídica, pois a cada ciclo menstrual e a depender de cada mulher, os sintomas podem ser mais ou menos intensos, mas geralmente, não são positivos.

Atribuo tudo isso às drogas que a Talita precisou ingerir. Evidente que alguns dos sintomas listados podem ser naturais devido às alterações hormonais mensais, porém, pra quem convive diariamente com ela, não foi difícil perceber as alterações que os medicamentos geraram.

Infelizmente, foi impossível dizer “não” às drogas receitadas pelos ginecologistas visando induzir a produção de óvulos durante aquele período, porém, elas cobram seu preço.

Quarta confissão: tenho medo dos efeitos colaterais que os medicamentos – ingeridos de forma contínua e por longo tempo – podem gerar em nosso corpo após alguns anos. Não consigo desvencilhar a ideia de causa e efeito.

Bem, ingenuamente me preocupava com as várias caixas de comprimidos sem saber que o pior ainda estaria por vir e eu teria que fazer algo impensável pra mim.

Quer saber mais? Se identifica com algum ponto desse post? Comenta aqui em baixo…

9 respostas para “NÃO FOI POSSÍVEL DIZER “NÃO” ÀS DROGAS”

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